Trauma
O que viveste pode continuar a fazer-se sentir no presente - no corpo, nas reações e nas noites. Não estás a exagerar, e existem formas de processar o que aconteceu.
Talvez te reconheças
- “Há imagens ou memórias que voltam sem eu querer.”
- “Reajo a certas situações com uma intensidade que eu próprio não compreendo.”
- “Evito tudo o que me lembra o que aconteceu.”
- “Sinto-me em alerta constante, como se o perigo ainda estivesse aqui.”
Não precisas de saber já qual é o diagnóstico ou de ter as palavras certas. Podemos começar por compreender o que está a acontecer.
O que pode estar a acontecer
Quando vivemos algo demasiado avassalador, o cérebro pode não conseguir processar essa experiência como uma memória comum. Ela pode permanecer ativa e surgir no presente através de imagens, reações físicas, hipervigilância ou evitamento.
Isto não é sinal de fragilidade ou loucura. É a resposta de um sistema de sobrevivência sobrecarregado. As tuas reações fizeram sentido perante aquilo que viveste.
O trabalho terapêutico é feito com segurança e ao teu ritmo, nunca à força.
Como podemos trabalhar
Em conjunto, podemos:
- Começar pela estabilização: segurança, regulação e recursos para lidar com a ativação.
- Compreender como o trauma funciona, reduzindo o medo das próprias reações.
- Processar a experiência de forma gradual e contida, dentro da tua janela de tolerância.
- Devolver ao passado o seu lugar, para que deixe de comandar o presente.
O trauma trabalha-se por etapas. Não se começa por expor-te à parte mais difícil sem existir uma base de segurança.
Não tens de chegar com tudo organizado.
As consultas são 100% online, por videochamada, com aproximadamente 50 minutos. Trabalhamos de forma colaborativa e ajustada à tua situação.
Se ainda estás a perceber se faz sentido, podes começar por uma conversa inicial de 15 minutos, sem custo e sem compromisso.
Não precisas de ter tudo claro.
Podes pedir uma consulta ou esclarecer dúvidas numa conversa inicial.